A importância do preparo emocional

Para a grande maioria das pessoas, estudar resume-se apenas em sentar e ficar horas a fio diante de livros, resolvendo questões, esquematizando editais e procurando por métodos de estudos para render mais.

No entanto, essa grande maioria se esquece de ter um dos principais cuidados nessa fase preparatória, o cuidado com o controle emocional.

Ao contrário do que muitos pensam estudar consome uma enorme carga emocional, o que é natural em todas as atividades que usamos nossa mente, o que muitas das vezes acaba por gerar: ansiedade, cansaço, estresse e nervosismo. Consequentemente esses fatores acabam por influenciar os estudos de maneira negativa, fazendo com que o estudante crie hábitos inadequados, sendo uns dos principais deles a queda do rendimento e a falta de disciplina. Isso se deve em razão do estudante passar a encarar os estudos como algo massante e penoso, quando o relógio marca o horário para começar a estudar, uma onda de desânimo toma conta de seu ser, e começa o obrigar a sempre arrumar desculpas para começar os estudos. Com o passar do tempo essas desculpas tornam-se automáticas, e quando se vê, passaram-se meses e tudo continua na mesma, sem evolução e com a culpa crescendo a cada segundo.

E como combater esse desgaste mental e até mesmo físico? Fui buscar resposta em um dos mais renomados autores da Psicanálise, Donald Woods Winnicott (1896 – 1971). Um dos principais estudos deste autor foi o desenvolvimento dos bebês a partir da relação com suas mães. WINNICOTT defende a teoria de que as mães que proporcionam um bom holding (ambiente facilitador) aos bebês faz com que os mesmos desenvolvam a sua psique (mente) de uma maneira satisfatória para o enfrentamento de medos e angústias que se dão no processo de separação entre mãe e filho. E esse desenvolvimento satisfatório entre mãe e filho, refletirá na vida do indivíduo até a fase adulta.

Seguindo essa linha de raciocínio de WINNICOTT, compreendemos que o ser humano necessita exclusivamente de outro ser humano para desenvolver-se de maneira adequada, ou seja, sem a presença de uma mãe a criança é apenas mais um ser no mundo, onde sem o contato com o próximo ela não tem vida

E em que se assemelha toda essa teoria com nosso processo de coaching? Os nossos processos de coaching assemelham-se no momento em que nos colocamos como as “mães” que o autor cita, e propomos aos alunos um bom holding, para que o coachee desenvolva-se da melhor maneira possível dentro de suas possibilidades e melhorando as suas potencialidades.

Em nossos processos de coaching, acompanhamos nossos coachees por 60 dias, fornecendo a eles, através das nossas ferramentas de coaching, soluções para que o rendimento nos estudos seja melhorado. E dentro dessas ferramentas, há diversas em que visam um melhor controle emocional. Além das ferramentas, fornecemos também técnicas de aprendizagem, são elas: mapas mentais, memorização, leitura dinâmica e autorrelaxamentos.

E para finalizar, gostaria de fechar com uma frase de um autor chamado Gilberto Safra (1999), de seu livro “A face estética do self”: “Ocupar um lugar no mundo é ocupar um lugar na vida de outro. Somente a partir desta experiência é que o olhar poderá se voltar para o mundo com curiosidade e desejo.” Você será muito bem vindo ocupando um lugar em nossas vidas e fazendo dar certo os seus sonhos.

#FazerDarCertoAtéDarCerto

#IssoVaiMudarASuaVida

Coach Laiz Moreno

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